Sempre que um cidadão não pertencente a um Partido, resolve aparecer no palco político, pergunta-se - Há espaço para a participação cívica fora dos partidos? Claro que há sempre espaço para a participação cívica, desde que o cidadão assim o deseje e tenha razões e não estratégias oportunistas e fogachos na sua acção.
Se em sociedades ditatoriais vão acontecendo revoluções decorrentes da mobilização civil porque não haverá espaço em Portugal? Mas os portugueses terão vontade? Haverá suficiente número de portugueses com arrojo consistente ou não mais do que a cultura do individualismo? Há participação nas associações de Pais, de moradores, de colectividades? Ou não é verdade o constante sacrifício dos poucos que têm iniciativa cívica, sacrificados quer pela falta de apoio, quer pela constante exposição à inveja e gratuita e fácil calunia?
Só mudará alguma coisa, quando cada um assumir a sua responsabilidade no destino do todo - do bairro, da associação, da colectividade, do País.
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